quinta-feira, outubro 12, 2006

M013 - De Grão na Asa e Água no Bico

Pedi a imagem e estas palavras distorci-as:

há dias em que reconhemos a noite
sem esgotarmos as palavras
transportamos as constelações
seguimos as estrelas
procuramos o próximo caminho
dos mundos ainda a explorar
que nunca acabam
nem nos largam
sem que os procure

acho-me

Obrigada Teresa Durães, a Catatua Polar :-)

12 comentários:

Lúcia disse...

gostei.

do texto e da imagem.
e há dias em que não reconhecemos nada de nada!

Teresa Durães disse...

vês, Mónica???? Só tu é que te achaste!!! ahahahahhah lima, na minha versão eu também não me achei!

Sofia disse...

Não sabia que eras poeta.

Eu não tenho geito para essas, mas gosto de os ler.

Muito bem :)

Leonor disse...

Eu não encontro nada...
Deve ser deste nevoeiro que me rodeia, ou será poluição??

Mónica disse...

sofia: poeta nada, roubo o dos outros!

leonor: é do fumo do cigarro, deixa de fumar :-)

Anabelacps disse...

"-Já vens com o grão na asa, Edmundo!"

"-Ó Idalina, foram só três lambretas..."

Ele há ditos que valem mil vezes ficar na memória linguística...

Mónica disse...

socorro a blogoesfera está infestada de professoras...e de português :-)

Luis_Carvalho disse...

Gostei bastante...

Sugiro para a próxima o uso de pontuação

Mónica disse...

faça o favor :-) ponha-a!

Teresa Durães disse...

Uso de pontuação???????

olha!!! mas isto agora é a pedido? experimenta sugerir essa ao Nobel que tem muitas páginas!

Era o que mais faltava!!

A poesia com a quebra da (3h14 da manhã nem me lembro dos nomes) linha faz-se a pausa. Por si só é uma pontuada.

Bah!!!!!

(não percebem é nada)

Mónica disse...

:-)

há sempre alguém que tem alguma coisa a dizer, e eu também!

Teresa Durães disse...

lololol